O que quer dizer, diz

As artistas Beatriz Lindenberg, Candice Japiassu, Latife Hasbani, Mariana Guardani, Marina Schroeder e Natalie Salazar apresentam trabalhos que foram construídos ao longo de um ano e meio durante os diálogos e trocas que marcaram os encontros do Grupo Bora, com orientação da professora e curadora Galciani Neves. Os trabalhos das artistas deixam a ver distintos projetos e uma diversidade de linguagens: desenhos, vídeos, registros de ação, bordados, animação, instruções e ainda um coral. O título da mostra é uma apropriação de um verso de um poema de Leminski dedicado a Haroldo de Campos. Recontextualizado, na mostra, o verso nos diz: o desejo de realizar algo já é estar com este algo.
Fotografias: Flavio Freire
A felicidade é uma arma quente

Inaugurando a programação do espaço Garoa, a mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” apresenta trabalhos de Ana Pacheco, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.
Partindo da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, a mostra apresenta trabalhos que nos colocam diante de algumas indagações. A felicidade pode ser uma chave de como existir e resistir, de maneira enfática e substancial? Como a arte elabora um campo de pensamento sobre possíveis compreensões de felicidade?
Com curadoria de Galciani Neves, “A felicidade é uma arma quente” organiza, então, uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção em contextos de produção artística, política, cultural.
Fotografias: Filipe Berndt