Estandarte

ESTANDARTE é um desdobramento do projeto apresentado pelo Hermes Artes Visuais no início do ano, em Santiago, no Chile. A exposição reúne estandartes criados pelos artistas, a partir de um processo de criação compartilhada: cada artista condensou sua poética em uma obra pensada para circular, ser levada adiante e encontrar outras vozes.

A proposta retoma a história das bandeiras como gesto artístico e coletivo — do Projeto Uma Bandeira para o Povo do Chile, de Antonio Dias, às bandeiras e estandartes apresentados no happening Bandeiras na Praça General Osório, em 1968. Aqui, cada estandarte afirma uma singularidade e, ao mesmo tempo, compõe um coro de diferenças. Juntos, eles criam um espaço de encontro, troca e convivência.

Com Alan Nielsen, Alessandro Corrêa, Ana Berganton, Ana Nassar, Arlette Kalaigian, Caio Borges, Camilla Myrrha, Carolina Prado Pinto, Christian Bittencourt, Daniela Schiller, Fellipe Caetano, Flavia Renault, Gabriella Arantes, Gabriëlle Maussen, Gia Portal, Giovanna Venturelli, Ilka Lemos, Isabel Manini, Luana Lins, Luciana Luchesi, Luiz Basile, Magali Camacho, Maria Lucia Simonsen, Maria Renata Pinheiro, Michelle Rosset, Otávio Barata, Paulo Ciochetti, Roberta Cardoso, Rosana Pagura, Saulo Szabó, Suelen Lima, Susy Miranda Aziz, Victor Savarese e Witor Réssuti.

Curadoria: Carla Chaim e Marcelo Amorim.
Texto: Tállisson Melo

Fotografias: Ivan Padovani

QUE Brut: do silêncio ao gesto

QUE Brut: do silêncio ao gesto. Exposição que celebra os trabalhos dos 100 artistas que passaram pela residência artística, a única com foco total em artistas com deficiência intelectual. 100 artistas com deficiência intelectual e transtornos mentais em uma residência inédita. A celebração da pura art brut.

Estudos de Dissolução

Estudos de Dissolução é um exercício de aproximação das inquietações que atravessam os trabalhos realizados por artistas durante a graduação em Artes Visuais, ainda em curso. Assim, no movimento de encontrar pontos em comum entre as distintas produções, nota-se uma aproximação inegável: o contexto histórico que nos foi reservado.
A exposição reúne trabalhos de Ana Carolina Bastos, Eduarda Martins, Ivan Rolli, Jaqueline Di Raimo, Laura Giordano, Maria Pita, Maria Torrente, Mazize e Teresa Police que, frente a enxurrada informacional articulam outras formas de lidar com a realidade.

Produção coletiva de:
@anacarolinabastos.artista
@duudamartinss_
@ivanrolli
@_jaquedr
@archvlaura
@mariadfpita
@torrentemaria_
@ma.zi.ze
@teresa.pomosi
@pedro_philipp

Fotografias: Filipe Berndt

O que quer dizer, diz

Installs OQueQuerDizerDiz high

As artistas Beatriz Lindenberg, Candice Japiassu, Latife Hasbani, Mariana Guardani, Marina Schroeder e Natalie Salazar apresentam trabalhos que foram construídos ao longo de um ano e meio durante os diálogos e trocas que marcaram os encontros do Grupo Bora, com orientação da professora e curadora Galciani Neves. Os trabalhos das artistas deixam a ver distintos projetos e uma diversidade de linguagens: desenhos, vídeos, registros de ação, bordados, animação, instruções e ainda um coral. O título da mostra é uma apropriação de um verso de um poema de Leminski dedicado a Haroldo de Campos. Recontextualizado, na mostra, o verso nos diz: o desejo de realizar algo já é estar com este algo.

Fotografias: Flavio Freire

A felicidade é uma arma quente

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Inaugurando a programação do espaço Garoa, a mostra coletiva “A felicidade é uma arma quente” apresenta trabalhos de Ana Pacheco, Clarice Lima, Estela Sokol, Gokula Stoffel, Guga Szabzon, Lenora de Barros, Lia Chaia, Lívia Aquino, Patrícia Araujo, Raphaela Melsohn, Rubiane Maia, Val Souza e Vera Chaves Barcellos.

Partindo da música do cantor cearense Belchior, que homenageia John Lennon, a mostra apresenta trabalhos que nos colocam diante de algumas indagações. A felicidade pode ser uma chave de como existir e resistir, de maneira enfática e substancial? Como a arte elabora um campo de pensamento sobre possíveis compreensões de felicidade?

Com curadoria de Galciani Neves, “A felicidade é uma arma quente” organiza, então, uma conversa acerca dos modos de lidar, formular e experimentar noções de felicidade como uma sensação/estado de ânimo coletivo, como ignição para ações de resistência, como gestos de invenção em contextos de produção artística, política, cultural.

Fotografias: Filipe Berndt